Despesa ‘per capita’ dos visitantes caiu mais de 7% para 2.000 patacas (VER Profile do turista)

 fev26

The average nightly cost of a Macau five-star hotel room in January was MOP1,522.5 (US$189.0), down 2.9 percent year-on-year, while the average occupancy rate for the tier was 95.8 percent, up 0.8 percentage points from a year ago.

That is according to the latest monthly survey from the Macau Hotel Association, published by the Macao Government Tourism Office.

The survey figures were drawn from the 48 hotels that are members of the association, 27 of them five-star properties. Most of those five-star hotels are within casino resort complexes in the city. The rest of the association’s hotel members as of January were in either the four-star or three-star category: a few in casino resorts.

Average nightly cost for all categories of hotel rooms covered by the survey declined by 3.8 percent year-on-year, to MOP1,359.4.

Across the whole of 2025, the nightly cost of a Macau five-star room fell 5.0 percent year-on-year, to MOP1,513.5.

Five-star accommodation dominates Macau’s hotel market. As of December 31 – the most recent figures available – the city had 26,200 five-star hotel rooms, which was 58.0 percent of of the city’s aggregate 45,200 rooms, according to a separate set of data from the city’s Statistics and Census Service. The government’s citywide data includes accommodation categories below three star.

The tally of Macau five-star rooms was up 8.3 percent from December 2024, according to the statistics service.


https://www.ggrasia.com/january-continues-2025s-trend-of-fall-in-macau-5-star-room-prices-occupancy-rises?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=january-continues-2025s-trend-of-fall-in-macau-5-star-room-prices-occupancy-rises

fev26

A despesa ‘per capita’ dos visitantes em Macau desceu mais de 7% entre 2024 e 2025, sofrendo a terceira quebra anual consecutiva. Os dados oficiais revelam, ainda assim, subidas em alguns segmentos de mercado. Por exemplo, os visitantes chegados de Zhejiang foram os que mais gastaram. Fora da Grande China, Singapura continua em destaque. Em termos absolutos, excluindo o jogo, a despesa total superou 80 mil milhões de patacas, uma subida de cerca de mais de 6% que deriva do aumento do número de visitantes

 

Catarina Pereira

 

Ainda que a despesa total, excluindo o jogo, tenha crescido no ano passado em termos absolutos, isso não significa que os visitantes estejam a gastar mais no território. Antes pelo contrário, os dados oficiais dão conta de que os gastos ‘per capita’ continuam a registar uma tendência de declínio.

No cômputo geral do ano transacto, a despesa ‘per capita’ dos visitantes foi estimada em 2.000 patacas, menos 7,3% do que em 2024, informou a Direcção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC). Embora se tenha mantido acima do nível de 2019 (1.626 patacas), o valor representa a terceira quebra anual consecutiva, depois de ter recuado 20,8% para 2.525 patacas entre 2022 e 2023 e 14,6% para 2.157 patacas entre 2023 e 2024.

A poupança foi notória entre os turistas, com a despesa ‘per capita’ a baixar 1,5% para 3.827 patacas. Já no caso dos excursionistas, observou-se um aumento de 3,5% para 715 patacas.

Quanto à despesa ‘per capita’ dos visitantes por principais origens, a do Interior da China foi a que maior quebra assinalou em termos anuais, de 10,3% para 2.245 patacas. De assinalar que os visitantes vindos da província de Zhejiang foram os mais gastadores, com uma média de 5.235 patacas (mais 17,3%), seguidos dos de Xangai, com 5.093 patacas (menos 8,6%).

No segmento dos visitantes internacionais, o gasto ‘per capita’ diminuiu 3,5% para 2.046 patacas, ao passo que os dos visitantes de Hong Kong decresceu 2,1% para 988 patacas. Em sentido inverso, a despesa ‘per capita’ dos visitantes de Taiwan cresceu 6,7% para 2.083 patacas.

No Nordeste Asiático, destacaram-se as descidas de 11,6% nos sul-coreanos (2.127 patacas) e 9,4% dos japoneses (1.897). Já no Sudeste da Ásia verificaram-se aumentos de 7,5% e 3,8% nos mercados de Singapura (3.047 patacas) e da Malásia (2.067 patacas). A Tailândia, por seu turno, assinalou uma quebra de 9,4% para 2.353 patacas.

De acordo com as estatísticas oficiais, que excluem as despesas com o jogo, as “compras” absorveram 43,8% dos gastos ‘per capita’ dos visitantes ao longo do ano passado, seguindo-se o “alojamento” (25,1%) e a “alimentação” (21,8%).

De notar que as despesas ‘per capita’ dos que vieram assistir a espectáculos ou competições decresceram 28% no espaço de um ano para 3.632 patacas. Já a dos que vieram participar em convenções/exposições, sublinha a DSEC, “continuou a ser mais elevada”, numa média de 4.572 patacas (mais 5,8%).

Em termos absolutos, após ter subido 5,8% em 2024, a despesa total dos visitantes cifrou-se em 80,12 mil milhões de patacas em 2025, um crescimento anual de 6,3% impulsionado pelo aumento de 14,7% do número de entradas na RAEM (40,07 milhões) e que voltou a exceder o valor de 2019 (64,1 mil milhões de patacas). Os excursionistas gastaram 16.814 patacas (mais 28,9%), ao passo que os turistas despenderam 63.308 patacas (mais 1,6%).

Olhando apenas para o último trimestre do ano passado, os dados mostram que a despesa total dos visitantes não relacionada com o jogo se fixou em 21,87 mil milhões de patacas, mais 14,2%, em termos anuais. A DSEC indica que foi sobretudo graças “à despesa total dos excursionistas (5,34 mil milhões) ter subido 85,9%”. A a despesa total dos turistas (16,54 mil milhões) também aumentou 1,6%. Porém, a despesa ‘per capita’ registou uma diminuição de 1,0% para 2.104 patacas, mas avançou 7,9% em relação ao trimestre anterior.

https://jtm.com.mo/local/despesa-per-capita-dos-visitantes-caiu-mais-de-7-para-2-000-patacas/

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