"How to attract foreign tourists?" (+ Charter flights) II

agot26

De entre os 20,9 milhões de visitantes que Macau recebeu no primeiro semestre deste ano, apenas 6,8% eram estrangeiros. Em 2016, a proporção de turistas internacionais estava nos 9,7%. Ao mesmo tempo que o Governo diz que quer expandir as fontes de visitantes internacionais, a fatia de turistas estrangeiros está a encolher. Ao PONTO FINAL, a Direcção dos Serviços de Turismo diz que está a tomar medidas para atrair estrangeiros, mas académicos consideram que talvez a mensagem não esteja a passar.

 

Macau recebeu, nos primeiros seis meses deste ano, cerca de 20,9 milhões de visitantes, dos quais 1,4 milhões eram estrangeiros, ou seja, cerca de 6,8%. Recuando até 2016, verifica-se que, nesse ano, a fatia dos visitantes internacionais ocupava 9,7%.

Ao longo dos últimos dez anos, o número total de visitantes que entram em Macau tem crescido significativamente, exceptuando os anos das restrições fronteiriças devido à pandemia de Covid-19. Contudo, no primeiro semestre de 2016, o número de estrangeiros também estava nos 1,4 milhões, o que significa que é o número de turistas do interior da China que tem aumentado de forma exponencial, ao passo que o dos visitantes internacionais se tem mantido relativamente estável.

Segundo os dados da Direcção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC), em 2016, os internacionais representaram 9,7% da totalidade dos visitantes que entraram em Macau durante todo esse ano, enquanto os do interior da China tinham um peso de 66,1%, os de Hong Kong de 20,7% e os de Taiwan 3,5%.

Dez anos depois, olhando para os dados da DSEC relativos ao primeiro semestre deste ano, percebe-se que o número de visitantes internacionais continua idêntico ao do primeiro semestre de 2016 (1,4 milhões), mas a sua proporção encolheu para os tais 6,8%. Em sentido contrário, a fatia dos turistas oriundos do interior da China aumentou para 73%. A proporção de visitantes de Hong Kong também diminuiu para 17,5%, o mesmo aconteceu com a dos visitantes de Taiwan, que caiu para 2,7%.

Das estatísticas da DSEC também se destaca o facto de, nos anos das restrições fronteiriças implementadas pelo Governo da RAEM para lidar com a pandemia de Covid-19, o peso dos turistas internacionais ter sido residual. Em 2021, dos apenas 7,7 milhões de visitantes que a RAEM recebeu, apenas 0,1% eram estrangeiros; em 2022, a proporção cresceu para os 0,2%.

Em 2018 e 2019, a proporção de internacionais estava nos 8,7% e 7,7%, respectivamente. Após a pandemia, em 2023, a percentagem cresceu para os 5,2% e no ano seguinte para os 6,9%, mantendo-se praticamente inalterada desde então.

 

ATRAIR VISITANTES INTERNACIONAIS É “TRABALHO CENTRAL” DA DST

 

Em resposta ao PONTO FINAL, a Direcção dos Serviços de Turismo (DST) defende que “o número de visitantes internacionais tem mantido um crescimento estável”, sendo que a descida na proporção é explicada pelo “crescimento ainda maior dos visitantes dos mercados da Grande China”, fruto das medidas de facilitação de viagens na Grande Baía Guangdong-Hong Kong-Macau, como os vistos de “uma viagem por semana” e “múltiplas entradas” para, respectivamente, residentes de Zhuhai e Hengqin.

Ao longo dos últimos anos, o Governo tem destacado como objectivo desta área a captação de novas fontes de visitantes, para lá dos da Grande China.

“Atrair mais visitantes internacionais é um trabalho central da DST”, salienta o agora organismo, apontando para a estratégia “1+4” de desenvolvimento da diversificação adequada da economia e a “solidificação do posicionamento do destino como um centro mundial de turismo e lazer”.

A DST diz que está “empenhada em diversificar os mercados e atrair visitantes com elevado poder de compra em viagens mono ou multi-destinos, especialmente tirando partido das políticas de facilitação de vistos da China, nomeadamente de isenção de visto até 30 dias e de isenção de visto de trânsito por 240-horas para visitantes de vários países”.

“Enquanto consolida fontes de visitantes da Grande China e de mercados internacionais tradicionais do Nordeste e Sudeste Asiático, a DST está também focada em atrair visitantes de mercados de longo-curso, como a Europa”, lê-se na resposta, que acrescenta ainda que estão a ser exploradas “novas fontes de visitantes na Ásia Central, a par com segmentos de viagens como o muçulmano, sénior e de estudo”.

O PONTO FINAL perguntou à DST quais as medidas em curso, em concreto, para alargar as fontes de visitantes e o organismo detalhou que está a conduzir uma série de iniciativas promocionais online e presenciais em “mercados internacionais alvo”. A par disso, são realizadas “acções de promoção inovadoras”, seminários para operadores turísticos e participação em grandes feiras de turismo. A DST organiza também visitas de familiarização a Macau para a indústria, comunicação social e influenciadores digitais.

Por outro lado, os Serviços de Turismo estão a colaborar com o sector, plataformas de reservas de viagens, carteiras electrónicas, companhias aéreas, influenciadores, comunicação social, entre outros, para “reforço do perfil do destino e lançamento de ofertas especiais de viagem e consumo”.

Exemplos de iniciativas incluem: curso de formação online em várias línguas para operadores turísticos europeus em parceria com associações do sector; esforços conjuntos com a indústria para criar um destino favorável para viajantes muçulmanos para atrair visitantes deste segmento; ou o evento estratégico de experiência turística realizado na Feira de Importação e Exportação da China (Feira de Cantão) direccionado a compradores estrangeiros, para os encorajar a prolongar a viagem a Macau durante os períodos de pausa da feira numa iniciativa promocional para converter participantes de negócios em visitantes de lazer.

Simultaneamente, a DST prossegue com a organização e o acolhimento de uma série de eventos visando diferentes segmentos, como a anual “Festa Internacional das Cidades de Gastronomia, Macau” e a PATA Travel Mart 2027, que este ano está agendada para entre 20 a 22 de Setembro.

 

MENSAGEM PODERÁ NÃO ESTAR A PASSAR

 

Glenn McCartney rejeita que haja menos interesse por parte dos estrangeiros. O professor associado em Gestão de Resorts Integrados e Turismo da Faculdade de Administração de Empresas da Universidade de Macau (UM) considera que talvez a mensagem das autoridades não esteja a passar devidamente. “Seja qual for a comunicação utilizada, como as redes sociais, o turismo cinematográfico, as formas tradicionais de comunicação social ou até eventos e espetáculos, a mensagem tem de chegar ao público. Essa deveria ser uma área a analisar para ver como é que isso está a impactar a chegada dos visitantes internacionais”, comenta.

Para o académico, a notoriedade de um destino não é suficiente para motivar uma visita real. “Macau é atractivo”, mas “a questão é o que é que está a impactar a chegada da mensagem” aos internacionais. Macau, defende, tem todos os ingredientes para ser um destino apelativo para visitantes estrangeiros, é perto de Hong Kong, tem cultura, história, gastronomia, o Cotai, mas “a questão central é: como é que se embrulha isto? Como é que se passa a mensagem? E como é que se consegue comunicar isso ao público internacional?”.

McCartney lembra também que “o panorama tornou-se cada vez mais competitivo”, por isso, “temos de perceber que qualquer coisa que promovamos e cuja mensagem divulguemos tem de ser única e distintiva em relação aos potenciais concorrentes”.

Então, o que é que as autoridades podem fazer? “Uma das coisas realmente importantes é a investigação e a compreensão”, responde o docente universitário, explanando: “Se queremos chegar a determinados públicos internacionais, temos de ir a essas jurisdições e perceber realmente o que é que eles sabem sobre Macau, o que não sabem sobre Macau, quais são os factores que os atrairiam e como é que Macau pode depois encaixar nisso. Só através desse método, defende, é possível criar estratégias adequadas”.

O investigador diz também que é importante Macau criar uma marca própria. “A publicidade geral de um destino é óptima para criar notoriedade e reconhecimento, mas alguns destinos são muito focados em nichos, e acho que isso também poderia funcionar para Macau de alguma forma”, refere.

 

TRABALHO COM O SECTOR TURÍSTICO E ACADÉMICO

 

Também na opinião de Penny Wan, docente na Universidade de Turismo de Macau (UTM), o território continua a ser apelativo para visitantes internacionais, justificando a diminuição da proporção de estrangeiros com quatro factores: o Mundial de Futebol, as alterações climáticas, a situação da economia mundial e a eventual falta de eventos particulares que possam atrair internacionais.

O Mundial de Futebol, que se realizou entre Junho e Julho deste ano, fez com que muitos turistas não viajassem para ver os jogos, explica. Por outro lado, as alterações climáticas, especialmente o impacto nos países europeus, com sismos e inundações, também poderão ter afectado os planos de viagem de muitos indivíduos e famílias. Em terceiro lugar, “a economia global está pior” e, por isso, “alguns viajantes podem mudar as suas viagens em família para viagens domésticas ou perto da sua terra natal, para poupar algum dinheiro para o futuro”. Por último, “pode não haver eventos e actividades particulares realizados em Macau que atraiam estrangeiros a visitar Macau”, diz a investigadora.

Quais os factores que mais atraem os visitantes internacionais? “Os visitantes estrangeiros gostam de ver que a sua viagem vale a pena, e muitos têm tempo e dinheiro limitados”, diz Penny Wan, salientando que dão valor à relação qualidade/preço e às “culturas únicas” dos destinos.

A docente da UTM diz também que as autoridades devem trabalhar em conjunto com o sector turístico e académico de forma a elaborar estratégias de atracção de mais estrangeiros.

O Governo deve “colaborar com académicos para realizar investigações sobre o perfil dos visitantes internacionais, para compreender as suas necessidades, preferências, orçamentos e interesses”, sugere Wan, partilhando da opinião de Glenn McCartney: “Em vez de marketing geral, podem ser necessárias estratégias mais específicas de segmentação de mercado, disponibilizando e concebendo pacotes e itinerários mais atractivos para diferentes segmentos de mercado”.

A investigadora propõe ainda a colaboração com cidades vizinhas, como Hong Kong e Zhuhai, no planeamento de rotas conjuntas, para atrair estrangeiros a visitar a Grande Baía, “fazendo com que sintam que a sua viagem tem uma melhor relação qualidade/preço”. Além disso, deve ser melhorada a acessibilidade: “Actualmente, considera-se que Macau não é um destino fácil para pessoas com deficiência e idosos – as pessoas com deficiência costumam trazer consigo um a três acompanhantes, e são clientes fiéis de um destino se forem disponibilizadas instalações e serviços acessíveis”.

No que toca à colaboração com o sector académico, Penny Wan explica que isso poderia “ajudar a realizar investigações sobre o perfil dos visitantes internacionais e compreender as suas necessidades, preferências, orçamentos, interesses”. Além disso, seria útil dar formação aos residentes locais e ao pessoal em inglês e noutras línguas básicas, defende.

https://pontofinal-macau.com/2026/08/13/proporcao-de-visitantes-internacionais-e-menor-do-que-ha-dez-anos/


jul26

Macau is looking to boost its tally of overseas visitors by attracting people arriving by air to the neighbouring Chinese-mainland cities of Guangzhou or Shenzhen, in Guangdong province.

So said Macao Government Tourism Office (MGTO) director Maria Helena de Senna Fernandes in remarks to local media on the sidelines of a Thursday event.

Currently, international visitors coming via air usually enter Macau either via the city’s own air hub, Macau International Airport, or via Hong Kong International Airport, noted the tourism boss.

She added that her office would explore means to draw international visitors interested in making “multiple stops” during their trip.

Guangzhou’s airport is about 170 kilometres (105 miles) north of Macau, and circa two hours by road. The journey via high-speed train to Zhuhai, the Guangdong city next door to Macau, takes circa 55 minutes.

Guangzhou Baiyun International Airport is a three-terminal facility and a long-haul passenger hub for China Southern Airlines. The airport serves destinations in Europe and Australia, as well as Asia and other Chinese-mainland cities.

Shenzhen Bao’an International Airport, about 66 kms northwest of Hong Kong, serves European destinations as well as places in Asia and domestic routes. The Shekou to Macau ferry route serves Shenzhen’s airport, and takes up to 80 minutes. The journey via the Hong Kong-Zhuhai-Macau Bridge is about 106 kms and takes up to two hours.

In May, Macau received 234,150 visitors from international markets, i.e., places outside the Greater China region, according to the latest data available from the city’s Statistics and Census Service. The tally was up 0.8 percent year-on-year.

The growth in the number of international visitors from May onward had slowed compared to the first four months of 2026, noted Ms Senna Fernandes in her Thursday comments.

She said factors in the easing included “high fuel costs”, and the June start of the FIFA World Cup 2026, a major football tournament. The latter had diverted demand for tourism to Macau, she suggested.

For the first five months of this year, Macau received an aggregate of 1.24 million international visitors, up 8.8 percent year-on-year. That tally represented 6.8 percent of the city’s overall 18.14 million visitors in the January to May period, the statistics service’s data show.

https://www.ggrasia.com/macau-to-tap-neighbouring-guangdong-airports-as-source-for-overseas-visitors-tourism-boss?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=macau-to-tap-neighbouring-guangdong-airports-as-source-for-overseas-visitors-tourism-boss

jul26

Foreign travellers account for over 40 per cent at Guangzhou airport, setting record highs

By Newsdesk

Guangzhou Baiyun International Airport has processed more than 4 million entries and exits by foreign travellers this year up to 6 July, marking a 34 per cent increase year on year, according to a report by Guangdong news outlet South.

Foreign nationals now account for more than 41 per cent of cross-border passenger traffic at the southern Chinese transport hub, with both the absolute volume and total market share reaching record highs.

Total cross-border passenger traffic at the port has surpassed the 10-million mark, a milestone reached 34 days earlier than in 2025. This represents a 19.6 per cent increase compared to the same period last year, while international flight movements rose 14 per cent to exceed 63,000.

Regional passenger flows show steady expansion, with traffic involving the Association of Southeast Asian Nations rising 32.6 per cent year on year to exceed 1.48 million trips. Passenger volumes linked to Regional Comprehensive Economic Partnership member economies pushed past 2.08 million, up 29.9 per cent.

Emerging markets, including Russia, Algeria, and the five Central Asian nations, registered the sharpest growth, with passenger numbers surging by more than 85 per cent. The airport now processes inbound and outbound travellers from 198 countries and regions globally.

The influx follows ongoing adjustments to mainland China’s entry requirements, including expanded visa-free policies and optimised residency regulations. More than 120,000 foreign nationals entered through the Guangzhou port and received stays of 30 days or longer under current visa frameworks, a 12 per cent year-on-year increase. Long-term business assignments, long-term residency registrations, and international study programmes represent the fastest-growing demographics at the terminal.

https://macaubusiness.com/foreign-travellers-account-for-over-40-per-cent-at-guangzhou-airport-setting-record-highs/


jun26

Carteiras digitais puxam consumo em Macau

https://www.plataformamedia.com/2026/06/22/carteiras-digitais-puxam-consumo-em-macau/



may26

Sector do turismo quer alargar rede aérea para enfrentar a falta de rotas directas e de longo curso

A falta de rotas aéreas directas e de longo curso é considerado o maior obstáculo no desenvolvimento do turismo de Macau. Andy Wu, presidente da Associação de Indústria Turística de Macau, defende a maior cooperação entre as companhias aéreas, tanto do interior da China como do exterior, para trazer visitantes internacionais a Macau.

 

Andy Wu, presidente da Associação de Indústria Turística, considera necessário que as companhias aéreas, que operam em Macau, reforcem a cooperação com as suas empresas-mãe, bem como com as companhias aéreas nacionais e internacionais, para expandir a rede aérea e o mercado turístico do território.

O representante do sector do turismo argumentou que a colaboração das operadoras aéreas pode colmatar as deficiências da rede de Macau. “É preciso ultrapassar os obstáculos ao desenvolvimento [da indústria], dado que a insuficiência de rotas aéreas diretas constitui o maior desafio actual, sendo a falta de rotas de longo curso a principal lacuna”, entende.

Em declarações ao Jornal Ou Mun, Andy Wu propôs que as companhias de transporte aéreo que exploram rotas de Macau aproveitem a rede da China continental, de forma a lançarem mais rotas de longo curso com escala no interior da China, permitindo que os turistas estendam as suas viagens a Macau através do modelo de “uma viagem, várias paragens”, indica o responsável.

Andy Wu deu o exemplo de atrair visitantes da Rússia, referindo que as províncias do nordeste da China continental são próximas da Rússia e podem assim atrair turistas de longa distância de mercados emergentes a fazer escala em Macau. A abordagem poderá “apoiar o crescimento do turismo internacional através de uma rede de rotas diversificada”, disse.

Recorde-se que o terceiro Plano Quinquenal de Desenvolvimento Socioeconómico de Macau (2026-2030) está agora em consulta pública, documento que, entre diversos aspectos, propõe a melhoria da qualidade do desenvolvimento do sector do turismo, a angariação de turistas internacionais e a dinamização da economia comunitária.

Em relação à direcção e aos objectivos de desenvolvimento turístico apresentados no plano, Andy Wu considera que são “pragmáticos e exequíveis”.

Salientou ainda que o sector está “confiante” na meta de um crescimento anual estável de cerca de 5% no número de visitantes internacionais em Macau entre 2026 e 2030. Wu justificou que o ritmo de recuperação do turismo internacional tem sido “ideal” devido ao trabalho de promoção no exterior por parte do Governo, bem como às políticas de isenção ou simplificação de vistos implementadas pelas autoridades chinesas.

O Executivo de Macau prevê que este ano a chegada de visitantes internacionais deverá voltar ao nível de três milhões de pessoas registado em 2019. No ano passado, o número de visitantes internacionais em Macau ultrapassou os 2,755 milhões, recuperando cerca de 90% dos níveis pré-pandémicos.

Segundo a análise de Andy Wu, a recuperação em alguns mercados tradicionais, como o japonês e o sul-coreano, “tem sido mais lenta” devido ao impacto do contexto económico internacional. No entanto, “os mercados das Filipinas, do Sudeste Asiático e da Rússia apresentam uma tendência de crescimento animadora”, apontou.

https://pontofinal-macau.com/2026/05/21/sector-do-turismo-quer-alargar-rede-aerea-para-enfrentar-a-falta-de-rotas-directas-e-de-longo-curso/

Andy Wu, por outro lado, sugeriu que as empresas locais façam um maior investimento na indústria de ‘Big Health’ e no turismo desportivo, enquanto apostas em elementos não relacionados com o jogo, para atrair “turistas internacionais de alto nível”.

may26 Plano quinquenal 5% ano

O presidente da Associação de Indústria Turística de Macau, Andy Wu, considera viável o objectivo do 3º Plano Quinquenal que prevê um crescimento de 5 por cento ao ano do número de turistas internacionais

A Associação de Indústria Turística de Macau acredita que os objectivos do novo Plano Quinquenal do Governo ao nível do turismo são “viáveis”. A posição sobre o plano para os anos entre 2026 e 2030 foi tomada pelo presidente da associação, Andy Wu Keng Kuong, em declarações ao jornal Ou Mun.

O documento que foi colocado em consulta pública na terça-feira estabelece como metas para o turismo um crescimento anual de cinco por cento do número de turistas internacionais até 2030 e a “expansão das fontes internacionais de turismo”. Em termos de metas qualitativas, o documento contempla objectivos menos mesuráveis como a “melhoria da qualidade do desenvolvimento do turismo”. Ainda assim, na perspectiva do presidente da associação, as metas são “pragmáticas” e “viáveis” e existe confiança na indústria que vai ser possível aumentar o número de turistas internacionais.

Andy Wu explicou que as previsões do Governo para este ano apontam que Macau deverá receber cerca de 3 milhões de turistas internacionais, o nível de 2019, antes da pandemia da covid-19, que levou o Executivo a impor forte restrições de entrada no território. Em 2025, o número de turistas internacionais foi de 2,75 milhões, cerca de 90 por cento dos níveis de 2019.

Face a esta evolução, o dirigente associativo explicou que a tendência actual é “encorajadora”, mesmo se alguns mercados internacionais mais tradicionais, como a Coreia do Sul e o Japão, tenham apresentado uma recuperação mais lenta. A retoma nestes mercados foi justificada com “o ambiente económico internacional”. No entanto, Andy Wu apontou que o número de turistas de outros destinos, como a Rússia, Filipinas e outros países do Sudeste Asiático têm compensado o menor crescimento dos mercados tradicionais.

Desafios por ultrapassar

No entanto, para alcançar os resultados, Andy Wu defende o reforço da cooperação do Governo com companhias aéreas internacionais e resolver o problema da falta de voos para Macau. Wu explicou que a falta de voos directos de destinos internacionais para Macau continua a ser um problema crónico, sem resolução, principalmente ao nível dos voos com longa duração. Para o presidente da associação, esta é mesmo a principal fragilidade ao nível do turismo.

O dirigente associativo demonstrou ainda apoio à nova estratégia do Executivo de tentar melhorar as ligações com os grandes centros de aviação do Interior da China, como Xangai ou Pequim, para atrair visitantes que utilizam esses aeroportos para viajar para Macau. Como parte desta estratégia, Wu apontou que se podem atrair mais turistas da Rússia para Macau.

https://hojemacau.com.mo/2026/05/22/turismo-andy-wu-da-voto-de-confianca-ao-novo-plano-quinquenal/


may26

Macau is aiming to attract three million international visitors in 2026, up from 2.7 million last year, according to Macao Government Tourism Office (MGTO) deputy director Cheng Wai Tong, who outlined the target at the opening of G2E Asia + Asian IR Expo yesterday.

Speaking on the sidelines of the event, Cheng said Macau is pursuing diversification of visitor source markets, with international growth showing a better ratio compared to last year. He noted that while previous international marketing efforts were mostly focused on Southeast and Northeast Asia, Macau has now expanded to Europe, having recently completed a large roadshow and online promotional activities in Spain.

“We are rolling out promotional campaigns in Europe,” Cheng said. He added that Macau will also explore Central Asian markets and continues to develop markets including India and the Americas. A planned Middle Eastern market push has been delayed due to the current international situation and requires further observation.

Cheng said Macau hopes to maintain at least five percent annual growth in international arrivals in the coming years. However, he noted that global flight cancellations and reductions pose challenges. The government is assessing the situation through a cross-departmental mechanism involving the tourism and civil aviation departments, with fuel prices also being monitored.

To attract international visitors already in the region, Cheng said Macau is focusing on Hong Kong and the wider Greater Bay Area (GBA). International visitors arriving at Hong Kong airport can already take a free bus to Macau. The MGTO is also exploring partnerships with ferry operators to attract MICE visitors and cruise passengers to extend their itineraries.

Cheng said Macau is also looking at major mainland aviation hubs such as Shanghai and Beijing, which have direct flights to Macau and extensive international networks, to create multi-destination travel options for international travelers.

When asked about changing consumption patterns among mainland tourists, Cheng said the shift is not limited to mainland visitors but reflects a global trend away from sightseeing and shopping toward vacation-style travel focused on dining, experiences, and performances. He noted that Macau has already adjusted its product offerings accordingly, organizing MICE events, concerts, shows, and sports events to attract experiential tourists.

Regarding Macau’s status as a UNESCO Creative City of Gastronomy, Cheng said the city is confident in its offerings and will not respond to isolated criticism of its food scene.

https://macaudailytimes.com.mo/mgto-targets-three-million-international-arrivals-in-2026.html

may26

Travel demand for Macau from overseas markets, including the Middle East and Asia, is rising, with accommodation searches from the Middle East more than tripling from a year earlier, said digital travel platform Agoda.

The company shared the figures this week as it said it would expand its partnership with the Macau Government Tourism Office (MGTO) for the year. MGTO and Agoda have worked together since 2025, running hotel promotion campaigns in international markets across Southeast Asia, Northeast Asia and the Middle East.

Agoda said interest in Macau has broadened across a wide range of source markets, with the strongest year-on-year growth in accommodation searches coming from the Middle East, up 247 percent. That was followed by India at 70 percent, Japan at 62 percent, Thailand at 56 percent, the Philippines at 39 percent, and Singapore at 25 percent.

https://macaubusiness.com/middle-east-drives-surge-in-travel-interest-in-macau-agoda-says/

ab26

The city’s six gaming operators will fund and take part in running two new Macau government backed promotion centres for Southeast Asia and Northeast Asia, drawing on budgets earmarked for non-gaming investment under their concession commitments.

The plan was set out by the Macau Government Tourism Office (MGTO) in a recent written response to questions from legislator Joey Lao Chi Ngai on the city’s tourism strategy.

MGTO said the Southeast Asia Economic, Trade, Tourism and Cultural Promotion Centre of Macau will be established in Malaysia in the first half of this year. It added that the government is also preparing to launch a similar Northeast Asia centre, without disclosing its location, and is studying whether to open representative offices in other regions.

Chief Executive Sam Hou Fai pledged last year in his Policy Address for 2026 that Macau would set up two representative offices for Southeast Asia and Northeast Asia to expand the city’s reach in international visitor source markets.

“The integrated resort operators will use funds earmarked for non-gaming investment to cover the costs of these offices and take part in their operations,” MGTO said, referring to the city’s six gaming operators.

“[They will] leverage their global networks for targeted marketing to enhance Macau’s overall image and help attract international visitors,” it added.

Since the start of their new 10-year concessions in 2023, the six gaming operators have committed to invest MOP108.7 billion (US$13.47 billion) in non-gaming projects from 2023 to 2032. That requirement rose by 20 percent to more than MOP130.4 billion after the city’s gross gaming revenue exceeded a predetermined threshold of MOP180 billion in 2023.

Mulling joint incentives with mainland China

MGTO said relevant departments would continue to ensure gaming operators deliver on concession commitments, and that the government would work with them to intensify promotion via social media, international media platforms and influencer channels to showcase Macau’s tourism offering to overseas visitors.

Macau welcomed 755,756 international visitors in the first quarter of 2026, up 10.7 percent from a year earlier and representing 6.74 percent of total arrivals, according to official data. Officials have said international arrivals beyond Greater China could recover to about 3 million this year, compared with 3.07 million in 2019, before the Covid-19 pandemic.

MGTO also said in the reply that it is studying joint incentive measures with mainland China to encourage international travellers to extend trips from the mainland to Macau. The government plans to deepen cooperation with airlines, targeting international source markets served by direct flights to Hong Kong, Macau and nearby mainland cities of the Guangdong-Hong Kong-Macau Greater Bay Area cities through discounted air fares, bundled travel offers and joint campaigns, it added.

The government has recently said complimentary ferry tickets for overseas business travellers attending conferences and exhibitions in Hong Kong are being considered, as part of efforts to lift international visitation. Macau has offered free transport from Hong Kong to Macau since 2024 for international travellers arriving via Hong Kong International Airport.

‘Prioritising quantity with quality’

Looking ahead, MGTO said Macau aims to sustain growth in arrivals while optimising the allocation of tourism resources, shifting from volume driven expansion to a model that “balances quantity with quality”.

The tourism office cited its visitor research showing 97.3 percent of respondents were satisfied with their trip last year. On intent to revisit, respondents gave Macau a score of 8.5 out of 10, indicating strong overall satisfaction and a relatively high likelihood of returning.

Total visitor arrivals to Macau rose 13.7 percent year-on-year to 11.21 million in the first three months of 2026, after a 14.7 percent increase to a record 40.07 million in 2025.

https://macaubusiness.com/casino-operators-to-finance-macaus-new-southeast-northeast-asia-promotion-offices/



jan26

Ng Wai Han, directora da DICJ, assegurou que estão estabelecidas “normas rigorosas” no que respeita à análise das receitas brutas geradas por jogadores estrangeiros. Segundo explicou, há uma “verificação diária” destas receitas

 

A Direcção de Inspecção e Coordenação de Jogos (DICJ) garante que tem estabelecido “normas rigorosas” às medidas de identificação dos clientes de países estrangeiros e às receitas brutas do jogo por eles geradas. “Concretamente, as concessionárias obrigam-se a estabelecer procedimentos operacionais padrão e mecanismos de auditoria interna e regular”, refere a directora, Ng Wai Han, em resposta a uma interpelação do deputado José Pereira Coutinho.

O objectivo, continua, é “assegurar que todas as transacções e actividades de jogo dos clientes provenientes de países estrangeiros sejam efectuadas por visitantes estrangeiros em conformidade com o definido, verificando com eficácia a actualização, exactidão e integridade dos registos no respeitante às receitas brutas do jogo”.

Mais ainda, Ng Wai Han afirmou que “os procedimentos operacionais padrão e o mecanismo de auditoria devem ser previamente aprovados pela DICJ”, além de que, “após a aprovação dos procedimentos operacionais padrão e o mecanismo de auditoria, a DICJ continuará a proceder à apreciação e verificação diárias das receitas brutas do jogo geradas por clientes de países estrangeiros”.

A líder do organismo refere ainda que, quando a concessionária apresentar o requerimento para a redução ou isenção das contribuições, a DICJ “irá ainda verificar os documentos comprovativos e informações apresentados pela concessionária, bem como procederá à auditoria, incluindo a verificação aleatória dos dados de identificação dos jogadores e dos registos de jogo, etc., a fim de verificar se as receitas brutas do jogo provêm de visitantes estrangeiros em conformidade com o definido”.

Recorde-se que, em 2024, as seis concessionárias de jogo foram isentas de pagar aproximadamente 150 milhões de dólares de Hong Kong, ao abrigo da Lei do jogo, que concede uma isenção de até 5% sobre o imposto do jogo nas receitas geradas por jogadores internacionais. Ainda segundo as informações avançadas pelo presidente da 2ª Comissão Permanente da Assembleia Legislativa, as operadoras aumentaram os investimentos não-jogo em 170 milhões de patacas.

O deputado José Pereira Coutinho tinha questionado o Governo sobre quantos pedidos de redução ou isenção de contribuições foram analisados e quantos foram aprovados desde 2023 e até ao momento, uma pergunta que ficou sem resposta.

Além disso, também perguntou sobre que tipo de provas documentais concretas são exigidas às concessionárias do jogo para demonstrar que foi através das suas acções promocionais ou de negócio que atraíram efectivamente os jogadores estrangeiros “e não factores genéricos e fortuitos como a reabertura das fronteiras”.

Na resposta, Ng Wai Han salienta que, na candidatura ao concurso público para a atribuição de concessões para a exploração de jogos de fortuna ou azar em casino, “as concessionárias apresentaram claramente os seus compromissos e planos quanto à expansão dos mercados de clientes de países estrangeiros, cujos conteúdos foram incorporados no contrato de concessão”. “E o Governo da RAEM tem continuado a fiscalizar o cumprimento das obrigações contratuais”, assegurou.

Noutro âmbito, e em resposta a uma outra interpelação igualmente de Pereira Coutinho, Ng Wai Han indicou que a DICJ “está a realizar os trabalhos de revisão, no sentido de analisar o cumprimento das responsabilidades sociais por parte das [operadoras de jogo], bem como a promoção da diversificação adequada da economia e do desenvolvimento sustentável, entre outros aspectos”.

https://jtm.com.mo/local/dicj-garante-rigor-na-analise-de-receitas-geradas-por-estrangeiros/


jan26

Macau’s foreigner-only gaming zones continue to make only a marginal contribution to overall casino revenue despite signs of early progress, an analyst and industry observer told AGB.

The segment generated about HK$3 billion ($385 million) in gross gaming revenue in 2024 and triggered HK$150 million ($19.2 million) in levy relief for operators.

Foreign player gaming accounted for roughly 0.17 percent of total casino revenue for the year, according to a government budget execution review.

The review was discussed last month at the Legislative Assembly of Macau, marking the first time authorities have publicly disclosed detailed data on gaming revenue generated by foreign players under the current incentive framework.

Under Macau’s revised gaming law, operators may receive up to a 5 percent reduction in special contributions linked to gaming revenue generated by international visitors, provided the activity takes place in designated gaming zones within casino properties. These zones were established as part of a broader strategy to encourage operators to develop facilities and services aimed at non-mainland Chinese customers.

Committee chairman and lawmaker Ip Sio Kai said the relief mechanism is intended to support efforts to diversify Macau’s visitor base and reduce reliance on a single source market. The policy forms part of the government’s wider push to reposition the city as an international tourism and leisure destination.

Limited impact


An analyst at an international investment bank, who preferred not to be identified, told Asia Gaming Brief that the financial impact remains limited.

“I think these are positive developments, but they are too small to matter, as foreigners contributed roughly 1 percent of total GGR in 2025,” the analyst said, adding that such levels are insufficient to materially influence operators’ earnings or investment decisions.

Speaking to AGB, Billy Song, president of the Macau Responsible Gaming Association, said the foreigner-only zones require more tailored approaches to become effective. He noted that such areas need to better reflect the cultural backgrounds and preferences of target markets.


Billy Song, President of the Macau Responsible Gaming Association

“Because these are dedicated zones for foreign visitors, there should be more cultural elements linked to their source markets,” Song said. “For example, having staff who speak Thai or Japanese and providing services that match their preferences could make the experience more attractive.”

Song added that the current scale of foreign play is broadly in line with earlier expectations, given Macau’s tourism structure, in which visitors from mainland China continue to account for the majority of arrivals.

He also noted that many international tourists may still choose to gamble in mass-market areas rather than in designated zones, limiting the policy’s effectiveness.

Under Macau’s gaming regime, operators are subject to an effective tax rate of 40 percent on gross gaming revenue, including a 35 percent direct gaming tax and 5 percent in special contributions. The levy relief applies only to the latter and does not affect core tax revenue, according to government officials.

The government introduced the incentive framework in 2023 as part of the new gaming law, aiming to encourage operators to strengthen overseas marketing, improve international air connectivity, and develop more diversified tourism products.

Officials have repeatedly stressed that the policy is a long-term measure and that its impact will take time to materialize.

Macau’s foreigner-only gaming zones continue to make only a marginal contribution to overall casino revenue despite signs of early progress, an analyst and industry observer told AGB.

The segment generated about HK$3 billion ($385 million) in gross gaming revenue in 2024 and triggered HK$150 million ($19.2 million) in levy relief for operators.

Foreign player gaming accounted for roughly 0.17 percent of total casino revenue for the year, according to a government budget execution review.

The review was discussed last month at the Legislative Assembly of Macau, marking the first time authorities have publicly disclosed detailed data on gaming revenue generated by foreign players under the current incentive framework.

Under Macau’s revised gaming law, operators may receive up to a 5 percent reduction in special contributions linked to gaming revenue generated by international visitors, provided the activity takes place in designated gaming zones within casino properties. These zones were established as part of a broader strategy to encourage operators to develop facilities and services aimed at non-mainland Chinese customers.

Committee chairman and lawmaker Ip Sio Kai said the relief mechanism is intended to support efforts to diversify Macau’s visitor base and reduce reliance on a single source market. The policy forms part of the government’s wider push to reposition the city as an international tourism and leisure destination.

Limited impact


An analyst at an international investment bank, who preferred not to be identified, told Asia Gaming Brief that the financial impact remains limited.

“I think these are positive developments, but they are too small to matter, as foreigners contributed roughly 1 percent of total GGR in 2025,” the analyst said, adding that such levels are insufficient to materially influence operators’ earnings or investment decisions.

Speaking to AGB, Billy Song, president of the Macau Responsible Gaming Association, said the foreigner-only zones require more tailored approaches to become effective. He noted that such areas need to better reflect the cultural backgrounds and preferences of target markets.


Billy Song, President of the Macau Responsible Gaming Association

“Because these are dedicated zones for foreign visitors, there should be more cultural elements linked to their source markets,” Song said. “For example, having staff who speak Thai or Japanese and providing services that match their preferences could make the experience more attractive.”

Song added that the current scale of foreign play is broadly in line with earlier expectations, given Macau’s tourism structure, in which visitors from mainland China continue to account for the majority of arrivals.

He also noted that many international tourists may still choose to gamble in mass-market areas rather than in designated zones, limiting the policy’s effectiveness.

Under Macau’s gaming regime, operators are subject to an effective tax rate of 40 percent on gross gaming revenue, including a 35 percent direct gaming tax and 5 percent in special contributions. The levy relief applies only to the latter and does not affect core tax revenue, according to government officials.

The government introduced the incentive framework in 2023 as part of the new gaming law, aiming to encourage operators to strengthen overseas marketing, improve international air connectivity, and develop more diversified tourism products.

Officials have repeatedly stressed that the policy is a long-term measure and that its impact will take time to materialize.

https://agbrief.com/intel/deep-dive/05/02/2026/macaus-foreigner-only-gaming-zones-show-early-gains-but-remain-marginal-to-overall-revenue-experts/?utm_source=Asia+Gaming+Brief&utm_campaign=df8cd44768-AGB%3A+%2302321+Thursday%2C+05th+February%2C+2026&utm_medium=email&utm_term=0_51950b5d21-df8cd44768-%5BLIST_EMAIL_ID%5D&ct=t%28AGB%3A+%2302321+Thursday%2C+05th+February%2C+2026%29&goal=0_51950b5d21-df8cd44768-%5BLIST_EMAIL_ID%5D&mc_cid=df8cd44768&mc_eid=31e20475e6


jan26

Visitors from Portugal, Spain below pre-pandemic levels despite investments

https://macaudailytimes.com.mo/visitors-from-portugal-spain-below-pre-pandemic-levels-despite-investments.html 

(desde 26/1/26)

Macau’s international visitors reached 2.76 million in 2025 – up 13.7% year-on-year

https://asgam.com/2026/01/25/macaus-international-visitors-reached-2-76-million-in-2025-up-13-7-year-on-year/

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